Vídeos do painel "As notícias nas encruzilhadas do digital":
Mark Little CEO e fundador da Storyful (intervenção vídeo)
Pedro Santos Guerreiro, diretor do Expresso Diário
David Dinis, diretor do Observador, e Luís Galrão, do Tudo Sobre Sintra:
Debate com os convidados e o público:
Mais vídeos aqui. [ver Síntese da 6ª conferência anual da ERC]
Mostrar mensagens com a etiqueta Ossos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Ossos. Mostrar todas as mensagens
quinta-feira, 6 de novembro de 2014
Participação na VI Conferência Anual da ERC
Por
L.G.
à(s)
11/06/2014 05:35:00 p.m.
Tags:
ERC,
Internet,
Media,
Ossos,
Tudo sobre Sintra
0
COMENTÁRIOS
segunda-feira, 3 de novembro de 2014
Tudo sobre Sintra na VI Conferência da ERC
O Tudo sobre Sintra foi convidado a participar num dos painéis da Conferência Anual da Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC), cuja VI edição terá lugar na quinta-feira, no ISCTE. Além do coordenador do projecto, o painel que terá como tema “as notícias nas encruzilhadas do digital”, contará com a presença dos directores do Observador e do Expresso Diário, de representantes da ERC, e de dois contributos em vídeo de jornalistas internacionais. [ver programa]
Por
L.G.
à(s)
11/03/2014 11:00:00 p.m.
Tags:
ERC,
Internet,
Media,
Ossos,
Tudo sobre Sintra
0
COMENTÁRIOS
quinta-feira, 3 de julho de 2014
'Tudo sobre Sintra consultado pela ERC e citado no jornal PÚBLICO'
O autor do Tudo sobre Sintra participou hoje numa reunião na Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC), no âmbito de um estudo que está a ser desenvolvido sobre o enquadramento dos novos media. A iniciativa destina-se a identificar eventuais lacunas de regulação, nomeadamente junto de produtores de conteúdos editoriais na Internet, que não os tradicionais meios de comunicação social.
O convite surgiu porque o Tudo sobre Sintra foi referenciado à ERC “como um exemplo de sucesso de um blog que, não se assumindo como órgão de comunicação social (pelo menos no sentido convencional do termo), vem prestando um serviço informativo de relevo na área de Sintra.”
Também hoje, o jornalista José António Cerejo, do PÚBLICO, cita o trabalho do “blogue noticioso” Tudo sobre Sintra, num artigo sobre o projecto do Centro Comercial Jumbo de Sintra. A nova versão do empreendimento esteve recentemente em consulta pública, após uma alteração legislativa ter permitido a anulação do chumbo decretado ao projecto em 2008, explica o jornal. [Fonte]
O convite surgiu porque o Tudo sobre Sintra foi referenciado à ERC “como um exemplo de sucesso de um blog que, não se assumindo como órgão de comunicação social (pelo menos no sentido convencional do termo), vem prestando um serviço informativo de relevo na área de Sintra.”
Também hoje, o jornalista José António Cerejo, do PÚBLICO, cita o trabalho do “blogue noticioso” Tudo sobre Sintra, num artigo sobre o projecto do Centro Comercial Jumbo de Sintra. A nova versão do empreendimento esteve recentemente em consulta pública, após uma alteração legislativa ter permitido a anulação do chumbo decretado ao projecto em 2008, explica o jornal. [Fonte]
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
Útil conhecer: artigo 19.º do Estatuto do Jornalista*
:: Atentado à liberdade de informação
1 - Quem, com o intuito de atentar contra a liberdade de informação, apreender ou danificar quaisquer materiais necessários ao exercício da actividade jornalística pelos possuidores dos títulos previstos no presente diploma ou impedir a entrada ou permanência em locais públicos para fins de cobertura informativa nos termos do artigo 9.º e dos n.os 1, 2 e 3 do artigo 10.º, é punido com prisão até 1 ano ou com multa até 120 dias.
2 - Se o infractor for agente ou funcionário do Estado ou de pessoa colectiva pública e agir nessa qualidade, é punido com prisão até 2 anos ou com multa até 240 dias, se pena mais grave lhe não couber nos termos da lei penal.
*Lei n.º 1/99 de 13 de Janeiro
1 - Quem, com o intuito de atentar contra a liberdade de informação, apreender ou danificar quaisquer materiais necessários ao exercício da actividade jornalística pelos possuidores dos títulos previstos no presente diploma ou impedir a entrada ou permanência em locais públicos para fins de cobertura informativa nos termos do artigo 9.º e dos n.os 1, 2 e 3 do artigo 10.º, é punido com prisão até 1 ano ou com multa até 120 dias.
2 - Se o infractor for agente ou funcionário do Estado ou de pessoa colectiva pública e agir nessa qualidade, é punido com prisão até 2 anos ou com multa até 240 dias, se pena mais grave lhe não couber nos termos da lei penal.
*Lei n.º 1/99 de 13 de Janeiro
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Mais duas opções para alojar sons
Depois da experiência com o SoundCloud, que está limitado a 120 minutos, decidi testar outros dois serviços de alojamento de ficheiros áudio: o DivShare e o Mixcloud. O resultado é este:
DivShare (default)
A versão gratuita do DivShare disponibiliza 20GB de espaço de armazenamento de ficheiros de áudio, vídeo (ainda não testei), fotos e documentos, que podem posteriormente ser embebidos em páginas e blogues. As únicas "limitações" são o tamanho dos ficheiros a carregar, que devem ser inferiores a 200MB, e o número de downloads/mês, que não pode ultrapassar os 100GB. Outros dois inconvenientes são os nomes dos ficheiros terem de ser relativamente curtos e a publicidade que por vezes aparece no leitor. Para quem precisa de mais espaço e opções, existem duas generosas versões Premium: 100GB de espaço por $39,99/ano ou 250GB por $19,99/mês.
Mixcloud
Por seu lado, o Mixcloud é uma plataforma de streaming de ficheiros áudio destinada a rádios, podcasts e DJ's. Tem algumas semelhanças com o SoundCloud, mas ao contrário daquele, é totalmente gratuito e não permite downloads dos 'cloudcasts'. A única opção paga é a de colocação de anúncios na primeira página do serviço, disponibilizada a partir de $10 dólares por mil visualizações.
DivShare (default)
A versão gratuita do DivShare disponibiliza 20GB de espaço de armazenamento de ficheiros de áudio, vídeo (ainda não testei), fotos e documentos, que podem posteriormente ser embebidos em páginas e blogues. As únicas "limitações" são o tamanho dos ficheiros a carregar, que devem ser inferiores a 200MB, e o número de downloads/mês, que não pode ultrapassar os 100GB. Outros dois inconvenientes são os nomes dos ficheiros terem de ser relativamente curtos e a publicidade que por vezes aparece no leitor. Para quem precisa de mais espaço e opções, existem duas generosas versões Premium: 100GB de espaço por $39,99/ano ou 250GB por $19,99/mês.
Mixcloud
Por seu lado, o Mixcloud é uma plataforma de streaming de ficheiros áudio destinada a rádios, podcasts e DJ's. Tem algumas semelhanças com o SoundCloud, mas ao contrário daquele, é totalmente gratuito e não permite downloads dos 'cloudcasts'. A única opção paga é a de colocação de anúncios na primeira página do serviço, disponibilizada a partir de $10 dólares por mil visualizações.
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Assembleia Municipal de Sintra no SoundCloud
Além da cobertura minuto a minuto, decidi disponibilizar no SoundCloud as principais intervenções na Assembleia Municipal de Sintra de 19 de Janeiro. Os sons foram gravados com o Zoom H1, editados e posteriormente carregados nesta plataforma de partilha de ficheiros áudio. Também é possível gravar directamente para a página através de um computador ou de uma aplicação para telemóvel.
Assembleia Municipal de Sintra de 19 de Janeiro via SoundCloud
O SoundCloud tem outras características interessantes, como esta hipótese de agregar ficheiros num 'set' de partilhá-lo neste leitor, ou permitir inserir anotações ao longo da duração do ficheiro (ver clips 1 e 2). No entanto, não pude divulgar toda a sessão porque as contas gratuitas nesta plataforma estão limitadas a 120 minutos.
O SoundCloud é interessante e fácil de usar, mas torna-se caro para este tipo de cobertura. A conta mais barata (Lite) tem apenas 240 minutos e custa 29€/ano. Segue-se a Solo, por 79€ (ou 9€/mês) e 12 horas de capacidade e a Pro, que já custa 250€/ano (ou 29€/mês) e tem 36 horas de capacidade. Há ainda a Plus, por 500€/ano (ou 59€/mês) e uma capacidada ilimitada. Caro para mim, mas uma ninharia para qualquer autarquia que queira disponibilizar este tipo de informação. [Mais em SoundCloud]
Assembleia Municipal de Sintra de 19 de Janeiro via SoundCloud
O SoundCloud tem outras características interessantes, como esta hipótese de agregar ficheiros num 'set' de partilhá-lo neste leitor, ou permitir inserir anotações ao longo da duração do ficheiro (ver clips 1 e 2). No entanto, não pude divulgar toda a sessão porque as contas gratuitas nesta plataforma estão limitadas a 120 minutos.
O SoundCloud é interessante e fácil de usar, mas torna-se caro para este tipo de cobertura. A conta mais barata (Lite) tem apenas 240 minutos e custa 29€/ano. Segue-se a Solo, por 79€ (ou 9€/mês) e 12 horas de capacidade e a Pro, que já custa 250€/ano (ou 29€/mês) e tem 36 horas de capacidade. Há ainda a Plus, por 500€/ano (ou 59€/mês) e uma capacidada ilimitada. Caro para mim, mas uma ninharia para qualquer autarquia que queira disponibilizar este tipo de informação. [Mais em SoundCloud]
Por
L.G.
à(s)
1/24/2012 02:04:00 a.m.
Tags:
Gadget,
Internet,
Ossos,
Tudo sobre Sintra
0
COMENTÁRIOS
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
www.tudosobresintra.com
A partir de Janeiro irei dedicar-me ainda mais ao Tudo sobre Sintra, o blogue local independente que lancei no início de 2011. O projecto continuará a assentar num trabalho de curadoria de informação e de opinião sobre o concelho de Sintra e na produção, agora acrescida, de conteúdos próprios.
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Outra foto 'picada' desta vez no DN
Encontrei a última foto desta sequência numa notícia de hoje no Diário de Notícias.
Não me recordo de ter 'cedido' a imagem enquanto fui colaborador (até há pouco tempo). Podiam pelo menos identificar o autor...
Não me recordo de ter 'cedido' a imagem enquanto fui colaborador (até há pouco tempo). Podiam pelo menos identificar o autor...
terça-feira, 16 de agosto de 2011
Descobri uma foto minha em destaque no ionline...
Enquanto passava os olhos pelas noticias sobre Sintra encontrei uma banal foto minha de 2008 em destaque na página do ionline. Primeiro não encontrei a fonte e depois, para minha surpresa, constatei que é erradamente atribuída a um tal 'Pelha' do Photobucket.
O destaque:

O destaque:

sábado, 7 de maio de 2011
Procuro trabalho em produção e gestão de conteúdos
Sou freelancer nas áreas de coordenação editorial, edição, produção de conteúdos, fotografia, design, paginação e redes sociais. Tenho experiência de trabalho em jornais locais e nacionais, de gestão e produção de conteúdos e de gestão de redes sociais (Twitter e Facebook). Alguém precisa destes serviços? Contacto: luis.galrao[arroba]gmail.com.
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Artigo 199º
Sugiro que a GNR de Sintra refresque a memória aos seus agentes sobre o Código Penal Português, nomeadamente sobre o artigo 199:
Gravações e fotografias ilícitas
1 - Quem sem consentimento:
a) Gravar palavras proferidas por outra pessoa e não destinadas ao público, mesmo que lhe sejam dirigidas; ou
b) Utilizar ou permitir que se utilizem as gravações referidas na alínea anterior, mesmo que licitamente produzidas;
é punido com pena de prisão até 1 ano ou com pena de multa até 240 dias.
2 - Na mesma pena incorre quem, contra vontade:
a) Fotografar ou filmar outra pessoa, mesmo em eventos em que tenha legitimamente participado; ou
b) Utilizar ou permitir que se utilizem fotografias ou filmes referidos na alínea anterior, mesmo que licitamente obtidos.
3 - É correspondentemente aplicável o disposto nos artigos 197º e 198º (ver nota).
Pelo exposto fica claro que a lei não proíbe a captação de imagens vídeo ou fotografias dos meios da GNR, nomeadamente viaturas e fitas delimitadoras, ao contrário do afirmado esta tarde por uma senhora guarda!
Nota:
Artigo 197º
Agravação
As penas previstas nos artigos 190º a 195º são elevadas de um terço nos seus limites mínimo e máximo se o facto for praticado:
a) Para obter recompensa ou enriquecimento, para o agente ou para outra pessoa, ou para causar prejuízo a outra pessoa ou ao Estado; ou
b) Através de meio de comunicação social.
Artigo 198º
Queixa
Salvo no caso do artigo 193º, o procedimento criminal pelos crimes previstos no presente capítulo depende de queixa ou de participação.
P.S. - Como é óbvio, fiz a foto que queria...
Gravações e fotografias ilícitas
1 - Quem sem consentimento:
a) Gravar palavras proferidas por outra pessoa e não destinadas ao público, mesmo que lhe sejam dirigidas; ou
b) Utilizar ou permitir que se utilizem as gravações referidas na alínea anterior, mesmo que licitamente produzidas;
é punido com pena de prisão até 1 ano ou com pena de multa até 240 dias.
2 - Na mesma pena incorre quem, contra vontade:
a) Fotografar ou filmar outra pessoa, mesmo em eventos em que tenha legitimamente participado; ou
b) Utilizar ou permitir que se utilizem fotografias ou filmes referidos na alínea anterior, mesmo que licitamente obtidos.
3 - É correspondentemente aplicável o disposto nos artigos 197º e 198º (ver nota).
Pelo exposto fica claro que a lei não proíbe a captação de imagens vídeo ou fotografias dos meios da GNR, nomeadamente viaturas e fitas delimitadoras, ao contrário do afirmado esta tarde por uma senhora guarda!
Nota:
Artigo 197º
Agravação
As penas previstas nos artigos 190º a 195º são elevadas de um terço nos seus limites mínimo e máximo se o facto for praticado:
a) Para obter recompensa ou enriquecimento, para o agente ou para outra pessoa, ou para causar prejuízo a outra pessoa ou ao Estado; ou
b) Através de meio de comunicação social.
Artigo 198º
Queixa
Salvo no caso do artigo 193º, o procedimento criminal pelos crimes previstos no presente capítulo depende de queixa ou de participação.
P.S. - Como é óbvio, fiz a foto que queria...
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
'Informação mediana'
A convite do Marco Almeida, autor do blogue Viver Sintra, escrevi esta prosa sobre o que penso da comunicação social local. O texto foi publicado hoje e as opiniões são bem-vindas, aqui ou lá.
Neste desafio que é reflectir sobre a minha experiência no jornalismo local, não posso deixar de traçar um panorama pouco animador sobre a indústria da informação em Sintra. Apesar de proliferarem títulos, sobretudo na imprensa, é inegável que o maior concelho do país não tem um único projecto sólido e ambicioso.
Por incapacidade ou incompetência, há de tudo, uns mais desfasados das necessidades actuais, outros seguidores de uma linha editorial bem comportada que não choque os principais anunciantes. Outros, de jornal só têm o papel, já que se limitam a reproduzir comunicados das autarquias. Na rádio e apesar do trabalho esforçado da RCS, o panorama também já foi melhor nos tempos da Ocidente, projecto que tenta reerguer-se agora no online.
Muitos fazem o chamado jornalismo de secretária, se é que a essa prática pode chamar-se jornalismo. Basta espreitar qualquer evento e verificar quantos jornalistas ou colaboradores locais estão presentes. Veja-se as assembleias municipais ou as reuniões de câmara, fóruns políticos onde se decide parte dos destinos dos sintrenses. Num dia bom, há três órgãos representados. Os restantes ficam à espera dos comunicados.
O projecto em que mais acreditei durante alguns meses foi o Correio de Sintra, um dos vários jornais onde colaborei, mas cuja falta de visão e de profissionalismo da administração me desanimou. Lamento que haja empresários que pensem que é legal ingerir permanentemente na linha editorial e que encarem a informação de forma tão provinciana e saloia (no que estas expressões têm de pejorativo).
Os media de Sintra padecem da falta de meios e da dispersão de títulos, mas também da falta de escrúpulos e da promiscuidade entre boa parte dos intervenientes. É um facto que não ajuda termos muitos políticos e muitas entidades medianas, com vistas curtas e uma enorme incapacidade de comunicação. A Câmara de Sintra é dos piores exemplos, uma espécie de buraco negro de onde não sai grande coisa, nem mesmo com um gabinete de comunicação composto por pessoas experientes no jornalismo.
No domínio comercial pratica-se o ‘vale tudo’, sobretudo a subserviência aos anunciantes, a concorrência desleal e o dumping de preços, práticas responsáveis pela má saúde financeira da maioria dos projectos. Este vale tudo abrange o roubo literal de clientes da concorrência e a mentira descarada nos números das tiragens, com alguns títulos a imprimirem na realidade menos de um quinto do que anunciam na ficha técnica.
Apesar deste panorama, tenho esperança de que Sintra venha a ter uma comunicação social melhor e mais ambiciosa, mais profissional e menos subserviente. Afinal, somos o maior concelho do país e merecemos mais. Da minha parte continuo disponível para abraçar projectos sérios. Entretanto, podem encontrar-me no Tudo sobre Sintra, um blogue de informação local independente, apartidário e plural disponível em http://tudosobresintra.blogspot.com, no Twitter e no Facebook.
Luís Galrão, Freelancer
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Adeus, Daniel!
Há notícias que custam! A da morte do Daniel Lam é uma delas! Era um bom camarada e foi um privilégio trabalhar ao lado dele no DN. Abraço grande onde quer que estejas. Um dia havemos de voltar a partilhar as imperiais e tremoços de final de tarde...
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Desafio aos directores dos jornais de Sintra
Em Sintra (e noutros locais) mente-se descaradamente nos números das tiragens dos jornais locais, com alguns títulos a imprimirem na realidade menos de um quinto do que anunciam na ficha técnica. Desafio os directores dos vários pasquins a publicar (em papel ou na Internet) duas facturas de impressão (primeira edição de Novembro de 2010 e primeira de Janeiro de 2011) onde conste o número real da tiragem do jornal. Em alternativa podem enviar-me os documentos, que eu publico-os. Gostava de perceber se ainda há gente séria...
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Saída do Correio de Sintra
Deixei de colaborar com o Correio de Sintra desde o início do ano devido à falta de visão e de profissionalismo da administração. É impossível trabalhar com empresários e departamentos comerciais que encaram a informação de forma tão provinciana e saloia! Desejo boa sorte ao director.
Edições que editei e paginei - via Issuu e no blogue entretanto desactivado (em PDF):
Entretanto podem encontrar-me no Tudo sobre Sintra, um blogue de informação local independente.
Edições que editei e paginei - via Issuu e no blogue entretanto desactivado (em PDF):
Entretanto podem encontrar-me no Tudo sobre Sintra, um blogue de informação local independente.
Por
L.G.
à(s)
1/10/2011 11:59:00 p.m.
Tags:
Blogues,
Correio de Sintra,
Ossos,
Tudo sobre Sintra
3
COMENTÁRIOS
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
«Ele porta-se mal»
Ando há três dias a tentar confirmar uma entrevista com 'o professor', depois de há uma semana ele ter dito que estaria disponível. Soube agora o porquê da ausência de resposta. "Ele porta-se mal, portanto decidirei se vou dar a entrevista ou não", terá explicado. Obrigado pelo elogio, professor, o recado já foi entregue à direcção do jornal.
[19h45] P.S.- Não sei se a queixa resultou, o que é facto é que a dita está marcada para daqui a uns dias (durante a próxima semana).
Esclarecimento [às 14h25 de 4/9]: A última actualização refere um facto ocorrido entre as 15h30 e as 16h, o que significa que a confirmação da entrevista não ocorreu apenas às 19h45. Ou seja, é provável que a direcção do jornal não tenha tido tempo de ler a minha queixa.
[19h45] P.S.- Não sei se a queixa resultou, o que é facto é que a dita está marcada para daqui a uns dias (durante a próxima semana).
Esclarecimento [às 14h25 de 4/9]: A última actualização refere um facto ocorrido entre as 15h30 e as 16h, o que significa que a confirmação da entrevista não ocorreu apenas às 19h45. Ou seja, é provável que a direcção do jornal não tenha tido tempo de ler a minha queixa.
Subscrever:
Mensagens (Atom)





