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É uma máquina para esta gama de preços entre 135 e 200 euros, consoante seja comprado online em loja chinesa, como a Gearbest, ou localmente.
Entre os atractivos destacam-se o processador Snapdragon 665 e a câmara principal com 48MP, que é acompanhada por uma grande angular de 8MP e por outra câmara marco de 2MP, além do sensor de profundidade.
A experiência com o Redmi 4X estava a ser muito positiva, mas uma promoção pré-natalícia levou-me a fazer um upgrade para o Redmi Note 6 Pro, também da Xiaomi, outro modelo desta marca chinesa que nesta altura é a melhor aposta na gama inferior a 200 euros, a par do Mi A2, este com Android One.
Custou-me perto de 160 euros, mas é natural que baixe para os 140 ou mesmo 130 nos próximos meses, sobretudo quando saírem o Redmi Note 7 e o Note 7 Pro, o que não deverá demorar a avaliar pelo ritmo de lançamento de novos modelos a que a Xiaomi já nos habituou.
O Redmi Note 6 Pro é um smartphone com Android 8.1 (que receberá actualização para o Android 9 e a MIUI da marca na versão 9.0 (que também será actualizada para a 10), neste caso com 64GB de armazenamento e 4GB de memória RAM (também disponível na versão 3/32). O processador é um Snapdragon 636, com melhorias evidentes face ao 435 do Redmi 4X.
As câmaras estão também a outro nível (ver exemplos no Instagram), com duas à frente (20MP+2MP) e duas atrás (12MP+5MP, com aberturas de f/1,9 e f/2,0, respectivamente), o que permite o efeito de fundo desfocado (bokeh). Outro ponto forte é a bateria de 4000 mAh, a mesma capacidade presente no Redmi 4X, que aqui não tem a mesma duração de dois dias, mas é seguramente suficiente para dia e meio.
Não troco de telemóvel com frequência nem sou apologista de estourar 1000 euros num topo de gama acabadinho de sair. E a maioria dos telefones móveis que já tive eram de segunda mão, oferecidos por algum familiar ou amigo. O primeiro que comprei, há dez anos, foi o Sony Ericsson K800i, que durou bastante tempo (e ainda funciona) e só foi substituído por um BlackBerry Bold Touch 9900 de serviço.
Recentemente decidi comprar o meu primeiro smartphone Android e optei por uma marca que tem surpreendido nos últimos anos – a Xiaomi. Procurava uma boa relação qualidade-preço e o Redmi 4X encaixou-se perfeitamente no que pretendia: preço acessível, boa performance e boa autonomia e, sobretudo, um aparelho com apenas 5 polegadas, algo cada vez mais difícil de encontrar.
Tive de esperar algum tempo até ter a versão global disponível, dado que consegue operar na banda 20 (800 MHz), uma das frequências do 4G (LTE) em Portugal. Quis também esperar pelo modelo com 3GB de RAM e 32 GB de memória interna, apesar de ser um pouco mais caro do que a versão internacional de entrada com 2GB/16GB.
As restantes especificações incluem um processador Snapdragon 435 com oito núcleos, uma bateria de 4100 mAh que dura praticamente dois dias (depende da utilização) e uma câmara fotográfica traseira com 13MP e uma qualidade mais do que suficiente para o dia a dia. Também tem uma câmara frontal de 5MP perfeita para chamadas de vídeo e eventuais selfies (vício do qual não padeço) e a interface da marca, a MIUI.
A compra foi feita na Gearbest e ficou abaixo dos 125 euros, já com portes e seguro. A entrega demorou cerca de 3 semanas porque veio da China, mas o modelo também deverá chegar ao armazém espanhol e a outras lojas como a Amazon.es. Também está à venda em várias lojas nacionais, mas aí o preço sobe entre 40 a 50 euros.
[Actualização/Nov 2017] O meu Instagram tem uma amostra do que a câmara do Redmi 4X é capaz de fazer. Se comprasse agora talvez optasse por estes Mi A1 4GB/32GB ou Mi A1 4GB/64GB com Android One, embora a Xiaomi tenha outros modelos igualmente interessantes e com características superiores.
Além da cobertura minuto a minuto, decidi disponibilizar no SoundCloud as principais intervenções na Assembleia Municipal de Sintra de 19 de Janeiro. Os sons foram gravados com o Zoom H1, editados e posteriormente carregados nesta plataforma de partilha de ficheiros áudio. Também é possível gravar directamente para a página através de um computador ou de uma aplicação para telemóvel.
O SoundCloud tem outras características interessantes, como esta hipótese de agregar ficheiros num 'set' de partilhá-lo neste leitor, ou permitir inserir anotações ao longo da duração do ficheiro (ver clips 1 e 2). No entanto, não pude divulgar toda a sessão porque as contas gratuitas nesta plataforma estão limitadas a 120 minutos.
O SoundCloud é interessante e fácil de usar, mas torna-se caro para este tipo de cobertura. A conta mais barata (Lite) tem apenas 240 minutos e custa 29€/ano. Segue-se a Solo, por 79€ (ou 9€/mês) e 12 horas de capacidade e a Pro, que já custa 250€/ano (ou 29€/mês) e tem 36 horas de capacidade. Há ainda a Plus, por 500€/ano (ou 59€/mês) e uma capacidada ilimitada. Caro para mim, mas uma ninharia para qualquer autarquia que queira disponibilizar este tipo de informação. [Mais em SoundCloud]
Para colmatar as limitações da câmara de vídeo que estou a usar, optei por adquirir um gravador áudio digital com qualidade profissional. Escolhi o Zoom H1 Handy Recorder (e respectivo pack de acessórios) pelo tamanho e pelo preço abaixo dos 100 euros. Uso-o em simultâneo com a câmara de vídeo e depois, na edição, substituo o som da câmara pelo do H1. A diferença é substancial! O Zoom H1 pode gravar em mp3 ou em formato linear sem compressão (PCM WAV). O resultado está aqui nestes ficheiros de áudio no Soundcloud e na maioria destes vídeos do Tudo sobre Sintra.
Faço digitalizações de negativos 35 mm (filme 135) a cores ou preto&branco, de diapositivos (slides) e também de negativos de formato Advanced Photo System (APS/IX240).
Opções de digitalização: Standard, a 2,000 dpi, entregue em formato jpeg (ficheiro com cerca de 5 MB), equivalente a 5 megapixels. Extra, a 4,000 dpi, entregue em formato jpeg ou tiff (entre 20 e 60 MB), equivalente a 20 megapixels.
Utilizo um scanner CanoScan FS4000US e todos os trabalhos incluem a remoção automática de poeiras em modo standard (FARE).
Preços:
Digitalização Standard: 0,30€ / unidade
Digitalização Extra: 0,50€ / unidade (valores negociáveis para grandes quantidades)
Formas de pagamento: Dinheiro, Paypal ou transferência bancária. No caso de envio via CTT, acrescem os portes. O pagamento deverá ser antecipado para quantidades superiores a 25 unidades.
Recepção: Entrega em mão ou envio por correio em envelope almofadado com os negativos protegidos por cartão grosso (o endereço será indicado aquando da encomenda). Os slides devem ser enviados igualmente protegidos caso não estejam encaixilhados, ou dentro das respectivas caixas de plástico no caso de terem caixilhos. Os rolos APS devem ser enviados em envelope almofadado.
A entrega das digitalizações poderá ser feita em mão ou por correio (em suporte CD ou DVD) ou através da internet (YouSendIt, Dropbox ou outro serviço preferido).
Estou a dar os primeiros passos no vídeo com recurso a equipamento de baixo custo: câmara HD de menos de 200€, gravador de perto de 100€ e monopé de 20 euros.
Montei ontem uma peça em vídeo sobre as obras (de Santa Engrácia) do túnel da Avenida dos Missionários, em Agualva. Usei a Sanyo Xacti e um gravador Zoom H1, uma aquisição recente para colmatar as limitações de som da câmara. O resultado é algo incipiente mas espero melhorar...
Este teclado retro-iluminado da Lifetech é provavelmente a minha pior compra de 2010. Ao fim de poucas semanas começa a perder a cobertura branca das teclas, que ficam transparentes. E ao fim de alguns meses já tenho uma dúzia de teclas sem o desenho original das letras.
São minhas as imagens das declarações da ministra Dulce Pássaro e do vice-presidente da Quercus, Francisco Ferreira, na COP16, em Cancún. Os planos mais apertados devem-se à limitação técnica da câmara, que não permite a ligação de um microfone externo.
[Actualização a 01/02/2012: Devido ao novo desenho da página da RTP, deixou de ser possível embeber vídeos. Assim, em vez dos quatro vídeos que aqui estavam, partilho agora os links para as notícias onde eles ainda estão disponíveis]
A próxima edição do Correio de Sintra será produzida com a ajuda do Dropbox, um serviço online de partilha e sincronização de ficheiros. Este serviço gratuito até 8 GB permite trabalhar o mesmo documento em vários computadores, mantendo sempre disponível para todos a versão actualizada. Se correr bem, começo a dar descanso às memórias pen drive.
Estou a estrear-me no vídeo com uma câmara Sanyo Xacti CG10. É uma máquina muito leve (menos de 200 gramas) que filma em alta definição (HD 720p) e fotografa a 10 megapixeis. Só a usei em trabalho três vezes, mas já deu para perceber que tem potencial. O único contra que encontrei até agora é o som. Apesar de ter dois bons microfones incorporados, falta-lhe uma entrada para um microfone externo. Os vídeos que já fiz estão disponíveis aqui no blogue e no Youtube.
Preciso de um monopé para usar com a câmara de vídeo digital Sanyo Xacti CG10* e por vezes com a quase velhinha máquina fotográfica Canon EOS 350D. Tem de ter menos de 50 cm para caber dentro da mochila Lowepro Rover AW II e, claro, não ser muito caro. Identifiquei estes três modelos:
Vídeo do incêndio de ontem em Sintra captado por uma Sanyo Xacti CG10 e editado no Sony Vegas Pro 9.0. Não usei tripé ou monopé, daí a instabilidade de alguns planos...
Pretendo usá-la em trabalho no exterior com um netbook, pelo que há vantagens nos modelos com codificador H.264 embebido (*) que não sobrecarregam o CPU. No entanto, a primeira escolha parece não estar ainda disponível no mercado. Têm experiência nesta matéria? Conhecem outros modelos? O que sugerem?
Era uma vez um tempo em que não havia máquinas fotográficas digitais. Tudo era feito em película a preto e branco, a cores ou em diapositivo (slides). Nesse tempo era preciso utilizar um digitalizador para passar as imagens para o formato digital. Este ainda funciona e tem muito trabalho pela frente para tentar salvar umas centenas de imagens de serem destruídas por fungos... O modelo é de 2002, tem 4000 DPI ópticos e digitaliza positivos, negativos e APS (um formato de que teve vida curta).