domingo, abril 3

Revista 'Desafios'

Outro trabalho: duas páginas da revista 'Desafios' (nome fictício).

'Gazeta do Cenjor'

Mais um: concluído o curso de iniciação à paginação de jornais e revistas. Um dos trabalhos finais foi esta proposta gráfica para a Gazeta do Cenjor.

sexta-feira, março 11

Sismo e tsunami no Japão via Bundlr

Acompanhei as primeiras horas do sismo e consequente tsunami no Japão com este exercício de curadoria de conteúdos em tempo real através da plataforma Bundlr.


Notas soltas sobre a experiência:

- É difícil filtrar em tempo real um acontecimento que gera mais de 1200 tweets por minuto (estimativa da CNN para a expressão 'tsunami', creio);
- Muitas fontes parecem avançar com informação do terreno mas verificada a autoria não passam de cibernautas a relatar o que estão a ver na Internet e nas televisões;
- Por outro lado, a maior parte dos tweets são retweets, o que diminui significativamente o volume de informação interessante;
- Há ainda um número significativo de tweets que continuam a ser reproduzidos durante muito tempo, dando uma ideia errada da verdadeira actualidade;
- Neste caso foi-me impossível aproveitar os tweets em japonês e noutras línguas da região afectada, o que implicou 'desperdiçar' informação em primeira mão;
- O Bundlr é uma ferramenta muito interessante, mas falhou várias vezes (provavelmente devido ao número de sítios e plataformas que tinha abertas). Em várias páginas foi impossível seleccionar apenas a imagem pretendida, optando nesses casos pelo link. Seria interessante que esta opção mostrasse a miniatura da página e não apenas o título e o link;
- Senti falta de uma opção para introduzir texto meu (sem ser citar os meus próprios tweets, opção que não cheguei a usar).
- Outra opção interessante seria a de poder inserir o Bundlr noutras páginas.


P.S. - Alterei o nome e a descrição para inglês a pedido dos criadores do Bundlr. Querem usar a minha experiência internacionalmente.

quinta-feira, março 10

Leituras sobre gadgets e jornalismo II

Lista anterior

Digitalizo negativos e slides

Faço digitalizações de negativos 35 mm (filme 135) a cores ou preto&branco, de diapositivos (slides) e também de negativos de formato Advanced Photo System (APS/IX240).

Opções de digitalização:
Standard, a 2,000 dpi, entregue em formato jpeg (ficheiro com cerca de 5 MB), equivalente a 5 megapixels.
Extra, a 4,000 dpi, entregue em formato jpeg ou tiff (entre 20 e 60 MB), equivalente a 20 megapixels.

Utilizo um scanner CanoScan FS4000US e todos os trabalhos incluem a remoção automática de poeiras em modo standard (FARE).

Preços:
Digitalização Standard: 0,30€ / unidade
Digitalização Extra: 0,50€ / unidade (valores negociáveis para grandes quantidades)

Formas de pagamento: Dinheiro, Paypal ou transferência bancária. No caso de envio via CTT, acrescem os portes. O pagamento deverá ser antecipado para quantidades superiores a 25 unidades. 

Recepção: Entrega em mão ou envio por correio em envelope almofadado com os negativos protegidos por cartão grosso (o endereço será indicado aquando da encomenda). Os slides devem ser enviados igualmente protegidos caso não estejam encaixilhados, ou dentro das respectivas caixas de plástico no caso de terem caixilhos. Os rolos APS devem ser enviados em envelope almofadado.

A entrega das digitalizações poderá ser feita em mão ou por correio (em suporte CD ou DVD) ou através da internet (YouSendIt, Dropbox ou outro serviço preferido). 

Contacto: luis.galrao[arroba]gmail.com

terça-feira, março 1

Gadgets: equipamento para vídeo

Estou a dar os primeiros passos no vídeo com recurso a equipamento de baixo custo: câmara HD de menos de 200€, gravador de perto de 100€ e monopé de 20 euros.

Mais uma experiência em vídeo

Montei ontem uma peça em vídeo sobre as obras (de Santa Engrácia) do túnel da Avenida dos Missionários, em Agualva. Usei a Sanyo Xacti e um gravador Zoom H1, uma aquisição recente para colmatar as limitações de som da câmara. O resultado é algo incipiente mas espero melhorar...

segunda-feira, janeiro 24

'Informação mediana'

A convite do Marco Almeida, autor do blogue Viver Sintra, escrevi esta prosa sobre o que penso da comunicação social local. O texto foi publicado hoje e as opiniões são bem-vindas, aqui ou lá.

Neste desafio que é reflectir sobre a minha experiência no jornalismo local, não posso deixar de traçar um panorama pouco animador sobre a indústria da informação em Sintra. Apesar de proliferarem títulos, sobretudo na imprensa, é inegável que o maior concelho do país não tem um único projecto sólido e ambicioso.

Por incapacidade ou incompetência, há de tudo, uns mais desfasados das necessidades actuais, outros seguidores de uma linha editorial bem comportada que não choque os principais anunciantes. Outros, de jornal só têm o papel, já que se limitam a reproduzir comunicados das autarquias. Na rádio e apesar do trabalho esforçado da RCS, o panorama também já foi melhor nos tempos da Ocidente, projecto que tenta reerguer-se agora no online.

Muitos fazem o chamado jornalismo de secretária, se é que a essa prática pode chamar-se jornalismo. Basta espreitar qualquer evento e verificar quantos jornalistas ou colaboradores locais estão presentes. Veja-se as assembleias municipais ou as reuniões de câmara, fóruns políticos onde se decide parte dos destinos dos sintrenses. Num dia bom, há três órgãos representados. Os restantes ficam à espera dos comunicados.

O projecto em que mais acreditei durante alguns meses foi o Correio de Sintra, um dos vários jornais onde colaborei, mas cuja falta de visão e de profissionalismo da administração me desanimou. Lamento que haja empresários que pensem que é legal ingerir permanentemente na linha editorial e que encarem a informação de forma tão provinciana e saloia (no que estas expressões têm de pejorativo).

Os media de Sintra padecem da falta de meios e da dispersão de títulos, mas também da falta de escrúpulos e da promiscuidade entre boa parte dos intervenientes. É um facto que não ajuda termos muitos políticos e muitas entidades medianas, com vistas curtas e uma enorme incapacidade de comunicação. A Câmara de Sintra é dos piores exemplos, uma espécie de buraco negro de onde não sai grande coisa, nem mesmo com um gabinete de comunicação composto por pessoas experientes no jornalismo.

No domínio comercial pratica-se o ‘vale tudo’, sobretudo a subserviência aos anunciantes, a concorrência desleal e o dumping de preços, práticas responsáveis pela má saúde financeira da maioria dos projectos. Este vale tudo abrange o roubo literal de clientes da concorrência e a mentira descarada nos números das tiragens, com alguns títulos a imprimirem na realidade menos de um quinto do que anunciam na ficha técnica.

Apesar deste panorama, tenho esperança de que Sintra venha a ter uma comunicação social melhor e mais ambiciosa, mais profissional e menos subserviente. Afinal, somos o maior concelho do país e merecemos mais. Da minha parte continuo disponível para abraçar projectos sérios. Entretanto, podem encontrar-me no Tudo sobre Sintra, um blogue de informação local independente, apartidário e plural disponível em http://tudosobresintra.blogspot.com, no Twitter e no Facebook.

Luís Galrão, Freelancer

quinta-feira, janeiro 20

Adeus Daniel!

Há notícias que custam! A da morte do Daniel Lam é uma delas! Era um bom camarada e foi um privilégio trabalhar ao lado dele no DN. Abraço grande onde quer que estejas. Um dia havemos de voltar a partilhar as imperiais e tremoços de final de tarde...

quarta-feira, janeiro 19

Desafio aos directores dos jornais de Sintra

Em Sintra (e noutros locais) mente-se descaradamente nos números das tiragens dos jornais locais, com alguns títulos a imprimirem na realidade menos de um quinto do que anunciam na ficha técnica. Desafio os directores dos vários pasquins a publicar (em papel ou na Internet) duas facturas de impressão (primeira edição de Novembro de 2010 e primeira de Janeiro de 2011) onde conste o número real da tiragem do jornal. Em alternativa podem enviar-me os documentos, que eu publico-os. Gostava de perceber se ainda há gente séria...

quinta-feira, janeiro 13

Novo blogue

Do Estatuto Editorial: "O Tudo sobre Sintra é um blogue de informação local independente, apartidário e plural e rege-se pelos valores éticos e deontológicos do jornalismo e pelas regras de netiqueta. O Tudo sobre Sintra assenta num trabalho de curadoria de informação e de opinião sobre o concelho de Sintra, bem como na produção de conteúdos informativos próprios (abrangidos por uma licença Creative Commons)." [mais aqui]

segunda-feira, janeiro 10

Saída do Correio de Sintra

Deixei de colaborar com o Correio de Sintra desde o início do ano devido à falta de visão e de profissionalismo da administração. É impossível trabalhar com empresários e departamentos comerciais que encaram a informação de forma tão provinciana e saloia! Desejo boa sorte ao director.

Edições que editei e paginei - via Issuu e no blogue entretanto desactivado (em PDF):


Entretanto podem encontrar-me no Tudo sobre Sintra, um blogue de informação local independente.
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